Estou desolado...
...e estou mesmo! Ando eu todo contente a tentar arranjar mil e uma maneiras de descrever e falar da felicidade, quando deparo com uma música (?) da autoria do famoso e douto cidadão angolano Hélder, mais conhecido como Rei do Kuduro, de seu nome "Felicidade". Ei-la:
Letra:
Á felicidade todos nós queremos
Á felicidade todos nós sentimos
Á felicidade todos nós queremos
Á felicidade todos nós sentimos
Á felicidade
Yêêê!
Felicidade!
Yê!
Felicidade!
MÁCA!
Ouvir este refrão teve, em mim, o efeito de uma explosão de duzentas bombas atómicas: reduziu a escombros toda a minha convicção neste projecto e gerou sérias mutações no genoma das minhas ideias. Porque neste pequeno excerto de 20 segundos, o homem diz tudo! Mesmo que eu não faça a mínima ideia do que significa a palavra "MÁCA!" que ele grita no fim, pressuponho, pela qualidade da poesia que antecede esse momento, que deve ser uma das mais belas palavras que se podem usar para descrever a felicidade - aquela que "todos nós queremos" e "todos nós sentimos"! YÊÊÊ!
Estou de rastos. Preciso de um pacote de lencinhos Kleenex com aroma a menta para me assoar, pois as lágrimas e o muco não páram de rolar sobre a minha imberbe (not quite...) face!
P.S.: Dêem um grammy ao homem! Não, dêem-lhe o Nobel da Literatura!
Letra:
Á felicidade todos nós queremos
Á felicidade todos nós sentimos
Á felicidade todos nós queremos
Á felicidade todos nós sentimos
Á felicidade
Yêêê!
Felicidade!
Yê!
Felicidade!
MÁCA!
Ouvir este refrão teve, em mim, o efeito de uma explosão de duzentas bombas atómicas: reduziu a escombros toda a minha convicção neste projecto e gerou sérias mutações no genoma das minhas ideias. Porque neste pequeno excerto de 20 segundos, o homem diz tudo! Mesmo que eu não faça a mínima ideia do que significa a palavra "MÁCA!" que ele grita no fim, pressuponho, pela qualidade da poesia que antecede esse momento, que deve ser uma das mais belas palavras que se podem usar para descrever a felicidade - aquela que "todos nós queremos" e "todos nós sentimos"! YÊÊÊ!
Estou de rastos. Preciso de um pacote de lencinhos Kleenex com aroma a menta para me assoar, pois as lágrimas e o muco não páram de rolar sobre a minha imberbe (not quite...) face!
P.S.: Dêem um grammy ao homem! Não, dêem-lhe o Nobel da Literatura!
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